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Quarta-feira, 01 / 08 / 07

Carta de um soldado

"Esta história é de um soldado que regressava a casa, após a terrível guerra do Vietname.
Ligou para os seus pais, em São Francisco da Califórnia, e disse-lhes:
- Mãe, Pai, em breve regressarei a casa, mas antes quero pedir-lhes um favor:
- Claro meu filho, pede o que quiseres!...
- Eu tenho um amigo que eu gostaria de levar comigo.
- Claro meu filho, nós gostaríamos de o conhecer!
- Entretanto, há uma coisa que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na última batalha. Pisou uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior é que não tem nenhum lugar para onde ir. Por isso, eu queria que ele viesse morar connosco.
- Filho, sinto muito em ouvir isso, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar onde possa morar e viver tranquilamente!
- Não, mãe e pai, eu quero que ele vá morar connosco!
- Filho, - disse o pai – não sabes o que nos estás a pedir!... Alguém com tanta dificuldade, seria um grande fardo para nós. Temos as nossas próprias vidas e não podemos abdicar do nosso modo de viver. Acho que deverias voltar para casa e esquecer esse rapaz. Ele encontrará maneira de viver por si mesmo!...
Naquele momento, o filho desligou o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, receberam um telefonema da polícia de São Francisco da Califórnia. O filho deles tinha morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia admitia ter sido um suicídio. Os pais angistiados voaram para São Frnacisco e foram levados para a morgue, a fim de identificar o corpo do filho. Reconheceram-no mas, nem queriam acreditar!... Para sua maior dor, descobriram que o seu filho tinha apenas um braço e uma perna!...
in Cruzada, Junho 2007
publicado por Bunny às 10:38
Quarta-feira, 01 / 08 / 07

Tava a ver que não......

«ONU aprova envio de força de paz para Darfur
31.07.2007 - 20h46 


O Conselho de Segurança aprovou hoje por unanimidade o envio de uma força conjunta das Nações Unidas e da União Africana para Darfur, cenário da pior crise humanitária da actualidade. Ao todo, 26 mil militares e polícias vão tentar pacificar aquela província sudanesa.

A nova força de paz, baptizada de Unamid, vai substituir os sete mil efectivos da mal equipada missão da União Africana que se encontrava há vários anos em Darfur sem conseguir impedir os ataques quase diários contra as populações civis e organizações humanitárias.

A resolução 1769 invoca o Capítulo 7 da Carta das Nações Unidas, ao abrigo do qual os agentes da organização são autorizados a usar a força. Esta cláusula irá permitir aos “capacetes azuis” adoptar “a acção necessária”, sempre que esteja em causa a própria segurança, “a liberdade de movimentos dos trabalhadores humanitários” ou sempre que seja necessário “proteger os civis de ataques”.


Acordo “histórico”

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, já classificou de “histórico” o acordo conseguido no Conselho de Segurança e instou os Estados-membros a disponibilizarem o quanto antes elementos para integrar o dispositivo agora criado.

Com um custo estimado de dois mil milhões de dólares, só no primeiro ano de mandato, a Unamid (Missão das Nações Unidas e União Africana em Darfur) será composta por 19.555 militares e 6432 polícias civis, a operar sob comando conjunto das duas organizações.

A nova força deverá ser composta essencialmente por militares africanos, a começar pelos elementos da UA que já se encontram no terreno, admitindo-se apenas o recurso a soldados de outras proveniências caso os países da região não disponibilizem soldados suficientes. Espera-se, no entanto, que o Ocidente disponibilize unidades especializadas, nomeadamente em engenharia, estando também previsto apoio nas áreas de transporte e logística.

Ao abrigo da resolução, espera-se que os centros de comando entrem em funcionamento até 31 de Outubro, permitindo que a nova força esteja completamente operacional até ao final do ano.

Após meses de hesitação, o Governo sudanês cedeu às pressões internacionais, autorizando o envio para Darfur de uma força de grandes dimensões, mas insistiram que a missão ficasse sob a dependência (ainda que parcial) da União Africana. »

in Publico

Mas este pessoal andava a espera de que??? Os alertas que vinham do terreno não eram suficientes??

Claro que não senhores ..... o Sudão infelizmente tem muita gente a morrer e uma catástrofe humanitária sem precedentes.... Mas não tem petróleo, nem ouro, nem diamantes...... Se tivesse.. isso é que era ver correr para lá as forças internacionais...americanos entao..seriam aos milhares...

 

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publicado por Bunny às 10:11
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