Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mao e acorrentar a alma.

 

Aprendes que amar nao significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguranca.

Comecas a aprender que beijos nao sao contratos, presentes… nao sao promessas.

Nao importa quao boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quanto e precisas perdoa-la por isso.

Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. E comecas a aceitar as derrotas com a cabeca erguida e os olhos adiante… com a graca de um adulto e nao com a tristeza de uma crianca.

Descobres que se leva anos para se construir confianca e apenas segundos para destrui-la, e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependeras pelo resto da vida.


Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E o que importa nao e o que tu tens na vida mas quem tens na vida.

Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, sao tiradas de ti muito depressa, por isso, devemos deixar sempre as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vemos.

Aprendes que paciencia requer muita pratica… aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estares com raiva, mas isso nao te da o direito de seres cruel.

Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguem. Algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.

Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em algum momento… condenado.


Aprendes que nao importa em quantos pedaços o teu coracao foi partido, o mundo nao para para que tu o concertes.

 

Aprendes que o tempo nao e algo que possa voltar para tras… portanto planta o teu jardim e decora a tua alma… ao inves de esperares que alguem te traga flores…

Acabas por perceber que realmente podes suportar… que realmente es forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que nao se pode mais.

E que realmente a vida tem valor, e tu tens valor diante da vida!

E so nos faz perder o bem que realmente poderiamos conquistar… o medo de tentar!

 

 

 

Shakespeare

 

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publicado por Bunny às 18:35